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Economia
Junho 29, 2017 - 12:49

Após greve, funcionários da Chery aceitam PLR de R$ 6.000

Paralisação. Empresa possui 400 trabalhadores em Jacareí

Paralisação. Empresa possui 400 trabalhadores em Jacareí

Foto: Divulgação/ Sindicato dos Metalúrgicos

Metalúrgicos haviam iniciado uma paralisação ontem e, com o acordo, retornam ao trabalho em Jacareí

Divulgação/ Sindicato dos Metalúrgicos de São José

Após greve de 24 horas, os metalúrgicos da Chery, em Jacareí, chegaram a um acordo para o pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José, esta é a primeira vez que o benefício é conquistado desde a inauguração da fábrica.

O acordo, que foi aprovado pelos trabalhadores em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira, garante um benefício no valor de R$ 6.000. O pagamento será feito em duas parcelas de R$ 3.000, sendo a primeira em julho deste ano e a segunda em fevereiro de 2018.

De acordo om o Sindicato, com a decisão os 400 funcionários retornaram hoje à produção, porém continuam em estado de greve. Eles reivindicam a criação de um PCS (Plano de Cargos e Salários) e o remanejamento daqueles que estão trabalhando em desvio de função.

A direção da Chery já se comprometeu a apresentar o plano de carreira em reunião agendada para o dia 17 de julho. Além disso, ficou acertado que nas próximas semanas o Departamento de Recursos Humanos da fábrica, em conjunto com a Cipa e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, irá iniciar um processo de análise na planta visando ao remanejamento.

“Essa greve mostrou mais uma vez que para conquistar direitos os trabalhadores têm de ir à luta. Nós consideramos uma vitória, pois garantimos o pagamento da PLR, um direito que ainda não possuíamos. Agora é manter a mobilização para novas conquistas”, afirma o diretor do Sindicato Guirá Borba de Godoy Guimarães.

Avibras.

Os metalúrgicos da Avibras continuam na luta por PLR, após rejeitarem a data de pagamento apresentada pela empresa. A proposta da fábrica divide o benefício em duas parcelas: a primeira, de R$ 4.300, a ser paga em outubro. A segunda, calculada com base em 3,5% do Resultado Operacional da Avibras, seria paga somente em abril de 2018.

Os trabalhadores concordam com o valor, mas rejeitam o período de pagamento das parcelas. Eles reivindicam que a primeira seja paga em agosto deste ano e a segunda em fevereiro de 2018. Uma nova proposta deverá ser apresentada pela empresa nos próximos dias.

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