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Política
Julho 10, 2017 - 23:05

Com 20 meses de atraso, revisão do Plano Diretor de Taubaté é aprovada

Vista aérea de Taubaté. Cidade debate revisão do Plano Diretor.

Vista aérea de Taubaté. Revisão do Plano Diretor foi aprovada.

Foto: /Divulgação

Acordo entre Ministério Público e governo Ortiz Junior previa que revisão fosse feita até novembro de 2015, para corrigir alterações irregulares feitas no texto pelo tucano e também pelo ex-prefeito Roberto Peixoto

Redação @jornalovale
Taubaté

Com 20 meses de atraso, foi aprovado nessa segunda-feira pela Câmara o projeto de revisão do Plano Diretor de Taubaté. O texto, de autoria do prefeito Ortiz Junior (PSDB), recebeu votos favoráveis dos 19 vereadores.

Segundo o governo tucano, o texto visa manter o perfil de cidade compacta, o que representaria mais eficiência no aproveitamento dos equipamentos públicos e desestimularia a segregação socioespacial.

Uma novidade é a inclusão de lotes mistos nos empreendimentos residenciais, permitindo comércios e serviços nesses espaços. O texto também prevê a mudança na denominação nas áreas de zoneamento, passando da atual classificação -- ZH1, ZH2 , entre outros -- para nomes mais próximos da vocação, como, por exemplo, zona de qualificação urbana (bairros antigos que precisam de formação de núcleos comerciais) e zona de consolidação urbana (loteamentos novos, em fase de crescimento).

O Plano Diretor traça as diretrizes para o desenvolvimento do município pelos próximos dez anos. Aprovado em 2011, o texto já previa revisão em 2016, mas o Ministério Público firmou acordo com o governo Ortiz para que isso acontecesse até novembro de 2015. O motivo: oito mudanças irregulares feitas na legislação nas gestões do ex-prefeito Roberto Peixoto (PEN) e do atual prefeito.

O texto, no entanto, só foi enviado por Ortiz à Câmara em dezembro de 2016. Em fevereiro, após ajustes, foi substituído por outra versão. Em maio, quando o Legislativo ia votá-lo, foi retirado para mais correções. A ideia do tucano era votar o texto apenas em agosto, mas houve antecipação após pressão da base aliada, que apontou que a demora estava prejudicando empresários e comerciantes..

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