São José dos Campos
20º / 26º
No decorrer do dia o dia terá com variação de nebulosidade na região.
Economia
Agosto 19, 2017 - 05:34

Consumo de energia no Vale cresce 3% em um ano

Consumo. Os dados divulgados  englobam consumos da rede pública, rural e particulares no Vale

Consumo. Os dados divulgados englobam consumos da rede pública, rural e particulares no Vale

Foto: /Warley Leite/OVALE

Somente São José consumiu sozinha mais energia elétrica do que Taubaté e Jacareí juntas em 2016; mudanças climáticas influenciam na utilização do produto

Danilo [email protected]_
São José dos Campos

O consumo de energia elétrica nas três maiores cidades do Vale do Paraíba cresceu 3% em um ano. Juntas, São José dos Campos Jacareí e Taubaté registraram consumo de 3.788.089 MWh (Megawatt-hora) no ano passado, enquanto em 2015 os municípios atingiram 3.671.046 MWh de uso.

A alta de um ano para o outro é equivalente ao consumo mensal de energia elétrica em uma cidade como Caçapava, por exemplo, que tem 92 mil.

São José dos Campos, a maior cidade do Vale, é responsável por metade desse consumo, com 1.924.152 MWh por 279.749 tipos de consumidores de energia elétrica, Taubaté tem 21% e Jacareí 29% do total.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo e englobam consumos de energia pública, rural, comercial, industrial e particular.

De acordo com Marcos Scarpa, Relações Institucionais da EDP Bandeirante, empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica no Vale, as temperaturas mais altas que estimularam o uso do ar condicionado foram determinantes para o novo índice de consumo.

"Tivemos temperaturas mais agressivas em 2016. Entrou no nosso cotidiano o ar condicionado e saiu o ventilador, grande responsável pelo aumento de consumo. A novidade foi o ar condicionado, que se tornou popular no Vale", disse.

O especialista afirmou ainda que a crise econômica também contribuiu para o aumento. "O consumo residencial cresce com a crise econômica, as pessoas deixam de trabalhar nas empresas e passam a ter um trabalho informal em casa". Os gastos, segundo Scarpa, são elevados para o porte das cidades. "Nós temos que utilizar a energia de forma eficiente", completou.

Publicidade
Publicidade
Publicidade  
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

BRASIL

MUNDO