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Esporte
Fevereiro 05, 2018 - 22:19

COPA COMO INSPIRAÇÃO PARA UM COLECIONADOR

Cezar Trunkl

Cezar Trunkl

Foto: /Michelle Campos Trunkl/Divulgação

RÚSSIA 2018. JOSEENSE QUER APROVEITAR O 'CLIMA' PARA AMPLIAR suas raridades

Marcos Eduardo Carvalho @marcosovale78
São José dos Campos

O foco principal são as camisas do São José, o time do coração. Mas, em ano que vai ter Copa do Mundo, o advogado Cezar Trunkl, 35 anos, de São José dos Campos, quer ampliar a sua coleção de camisas de seleções de outros países, especialmente as da década de 1990, época em que começou a gosta de futebol e que viu, pela primeira vez, o Brasil venceu um Mundial - foi tetracampeão em 1994. Para quem ama futebol, o momento é um prato cheio.

Aos poucos, vai 'garimpando' novas relíquias pelas internet, na base da compra ou até mesmo da troca. "Consegui terminar toda a Conmebol (seleções da América do Sul), América Central e algumas da Europa, embora não seja meu foco principal. De seleção, eu tenho umas 30 camisas, que iniciei basicamente há uns seis ou sete meses atrás" conta ele.

Para ele, agora é o momento certo de conseguir isso. "Com certeza, principalmente das seleções que disputaram em 94 e 98. Até 2002 está valendo. (As de) 94 e 98 são sensacionais, clássicas", explica Trunkl, que entre as camisas que têm revela preferência por uma da seleção do Paraguai que disputou a Copa de 1998, ano em que o time tinha o zagueiro Gamarra e chegou às oitavas de final do torneio.

"Foi a mais difícil de conseguir, pois tive de procurar muito pelo modelo", disse.

Agora, com o Mundial da Rússia em 2018, o advogado espera mais facilidade em conseguir novos itens raros. "Acredito que sim, como é um fato um novo quando tem Copa, essas camisas ficam mais fáceis de  aparecer. As demandas vão ser maior e as possibilidades vão ser mais claras", afirmou Trunkl, que utiliza basicamente os sites de buscas e as redes sociais para conseguir novos modelos e, também fazer novas amizades.

NÚMEROS.

No total, o joseense tem mais de 950 camisas de times do mundo inteiro, todas guardadas em casa, sempre com bastante cuidado para mantê-las conservadas e vistosas mesmo com o passar dos anos. "Algumas estão no armário, outras em araras, caixas organizadoras, em sacos plásticos", afirmou Trunkl, que cuida de todo o material com muito zelo.

"Quero também continuar conseguindo os modelos mais raros do São José, que está cada vez mais difícil de encontrar no mercado", disse o aficionado por futebol..

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