São José dos Campos
20º / 26º
No decorrer do dia o dia terá com variação de nebulosidade na região.
Política
Fevereiro 05, 2018 - 22:29

Izaias investiga por 'indisciplina' servidor que fez abaixo-assinado em Jacareí

iZAIAS

iZAIAS

Foto: /Rogério Marques/OVALE

Processo Administrativo foi aberto para apurar supostas violações no Estatuto do Servidor por responsável em coleta de assinatura que resultou na demissão de diretor; direção do sindicato 'repudia' atitude do governo

Hernane Lé[email protected]

Pouco mais de vinte dias após exonerar um diretor acusado de assédio moral por funcionários da Secretaria de Infraestrutura, o governo Izaias Santana (PSDB) abriu processo administrativo contra o servidor apontado como responsável pelo abaixo-assinado que deu origem à demissão.

Ele está sendo investigado, entre outras coisas, por indisciplina e dano à administração pública.

A instauração do procedimento foi publicada no último Boletim do Município, divulgado na sexta-feira (02).

De acordo com a prefeitura, o servidor que angariou assinaturas em documento solicitando "providências" de Izaias quanto ao comportamento do então diretor José Carlos de Moraes Filho, exonerado no dia 17 de janeiro do cargo, teria cometido infrações relacionadas a dois artigos do Estatuto do Servidor de Jacareí.

Adilson Campi Ramos, funcionário efetivo da prefeitura no cargo de auxiliar de serviços gerais, responde por supostamente ter transgredido às regras dos artigos 226 e 227 do estatuto. As disposições tratam, basicamente, da conduta do servidor com os demais funcionários e exercer atividade que não corresponde a sua função.

"As penalidades serão analisadas conforme a gravidade", explicou a prefeitura, ressaltando que o prazo para conclusão do procedimento é de 60 dias. A iniciativa de abrir processo com o servidor foi encarada como retaliação por funcionários ouvidos pela reportagem. O governo negou, em nota a atitude. "A administração pauta-se na legalidade".

O Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Jacareí discorda da do governo e diz que o servidor estava no exercício do seu direito democrático. "Tanto é verdade que, depois de investigado os fatos, culminou na demissão do assediador", disse em nota a direção da entidade..

Publicidade
Publicidade
Publicidade  
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

BRASIL

MUNDO