São José dos Campos
20º / 26º
No decorrer do dia o dia terá com variação de nebulosidade na região.
Economia
Abril 27, 2018 - 02:17

Demissões têm aumento de 11% no Vale depois da reforma trabalhista

Obra da creche na Hípica Pinheiro

Vagas de emprego. Número de demissões cresceu no Vale do Paraíba depois da reforma trabalhista

Foto: /Rogério Marques/ OVALE

De novembro de 2017 a março deste ano, foram registrados 79.267 desligamentos na região, contra 71.434 entre junho e outubro do ano passado ( 11%); no mesmo período, as contratações foram de 74.205 a 78.045 ( 5,17%)

Xandu [email protected]

Conseguir um emprego na RMVale vem se tornando uma tarefa das mais difíceis. Nos últimos cinco meses, a quantidade de demissões na região cresceu 11%. Já as contratações aumentaram 5,17% no mesmo período.

Do mês de novembro de 2017 até março deste ano, foram registrados 79.267 desligamentos na região, contra 71.434 entre junho e outubro do ano passado.

Em novembro, o governo federal aprovou a reforma trabalhista para gerar empregos no país. No mesmo período, as contratações no Vale do Paraíba passaram de 74.205 para 78.045.

Com isso, o saldo de empregos é negativo no Vale: 1.222 postos de trabalho perdidos desde novembro.

Já nos cinco meses que antecederam a reforma trabalhista, a região abriu 2.771 novas vagas no mercado de trabalho.

CIDADES.

O Litoral Norte é a sub-região do Vale na qual as demissões mais cresceram. Os cortes subiram 29,45% depois da reforma trabalhista comparado ao período anterior, com 11.161 desligamentos contra 8.622.

A sub-região de Guaratinguetá vem em seguida, com 25,98% de alta nas demissões: 10.751 contra 8.534.

Incluindo as cidades de Taubaté e Jacareí, a sub-região de São José registrou alta de 5,95% nos desligamentos, passando de 50.388 para 53.387.

Demissão de temporários lidera corte de trabalhadores no Vale após as mudanças

No período pós-reforma trabalhista, a demissão de trabalhadores temporários foi a que mais cresceu no Vale, com alta de 60,27%: 1.465 de junho a outubro de 2017 para 2.348, de novembro a março. O corte de empregados após o término de contrato aumentou 31,53%: 9.741 para 12.812. Os pedidos de demissão cresceram 13,10%: 16,3 mil para 18.435..

Publicidade
Publicidade
Publicidade  
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

BRASIL

MUNDO