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Maio 08, 2018 - 22:52

Joseenses da 'Dom Pescoço' lançam primeiro disco com mix de ritmos tropicais e psicodelia

PREFERENCIAL - Divulgação Dom Pescoço - Crédito CAMILA GRUN.jpg

Som. Para saber mais sobre a banda, acesse: http://dompescoco.com

Foto: / Camila Grun/Divulgação

"Arte variada, crítica, lúdica, multifacetada, libertária. Zona plural 'ever' em atividade mentais intensas! Nada é fechado"

Paula Maria [email protected]

"Seres plurais e nada dicotômicos", com "múltiplas influências e sem obrigações de seguir permanentemente quaisquer linhas estéticas".Dizem gostar "do funk carioca ao rock. Da cumbia ao pós-punk. Do samba ao maracatu. Da moda de viola à disco". São "tão filhos da cultura tradicional piraquara caipira quanto do pop". No entanto, uma linha lhe é constante: ritmos tropicais com psicodelia: uma 'Tropsicodelia"?!

Pois é assim mesmo, é tão difícil explicar o som da banda Dom Pescoço, que só um neologismo para defini-lo - se é que a música precisa de definições, né! Mas fato é que justamente "Tropsicodelia" é o nome do disco da banda - primeiro trabalho "full" (cheio) lançado, com dez composições, sendo sete canções inéditas.

A temática varia entre críticas sociais, lubricidades, amor, pequenos vícios e espiritualidade, entre outros assuntos conexos.

crescimento.

A Dom Pescoço nasceu em São José dos Campos, em 2014, em meio a movimentação de uma cena independente que despontava na época. As redes sociais permitiram que a banda conquistasse, aos poucos, seu espaço e reconhecimento.

A visibilidade chegou: tocou no "Metrópolis" (TV Cultura); em unidades do Sesc e Sesi-SP e na Virada Cultural; entre tantos outros festivais.

E, em 2017, entre quase 300 projetos inscritos, a banda foi contemplada pelo edital de Gravação e Circulação de Música Popular, do Proac (20/2017), da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Como resultado: o disco que acaba de ser lançado.

apostas.

As pré-produções do novo trabalho foram feitas em dois momentos: na zona rural de São José e no estúdio Wasabi, por Diego Xavier e Alexandre Campos.

A mixagem leva a assinatura de Victor Rice - responsável pelo álbum "Dancê", de Tulipa Ruiz, vencedor de um Grammy Latino como Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro, em 2015 - e masterização, por Arthur Joly, conhecido como o mestre dos sintetizadores.

"Já os conhecíamos por estarmos no meio musical e, com o edital, tivemos a chance de trabalhar com eles - pois o trabalho deles tem custo de mercado. Então aproveitamos para nos unir a quem já admirávamos", contou o baixista e vocalista Dom de Oliveira.

Além dele, estão na banda Gabriel Sielawa (guitarrista, cavaquinista, violonista); Rafael Pessoto (guitarrista) e Luiz Felipe Passarinho (baterista). Veja o som da Dom Pescoço no flip da edição..

 

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