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Política
Junho 30, 2018 - 00:05

Militares do Vale convocados para fazer 'rodízio' na segurança do Rio

Exército no Rio

INTERVENÇÃO. Exército em ação durante intervenção federal nas ruas do Rio. Ao lado, tropa de Lorena indo para o Rio.

Foto: Divulgação

Chamado de "Força Tarefa Ipiranga", o contingente de 450 militares do Vale chegará do Rio de Janeiro nos dias 3 e 4 de julho; eles operaram na capital do Estado com 78 viaturas e 10 motos, além de três helicópteros do Cavex

Xandu [email protected]

Militares do Exército no Vale do Paraíba vão atuar por rodízio na intervenção federal na segurança pública no estado Rio de Janeiro.

Contingente de 450 militares que está há um mês no Rio retorna à região na próxima semana. Em julho, eles serão substituídos por militares da 11ª Brigada de Infantaria Leve, de Campinas, para retornar ao Rio no começo de agosto. O rodízio deve perdurar até o final da intervenção, em 31 de dezembro.

Desde 3 de junho no Rio, por designação do Comando Militar do Leste, o segundo grupo do Exército recrutado na região voltará para casa nos dias 3 e 4 de julho.

O primeiro agrupamento deixou as unidades militares da região em 13 de abril e ficou 15 dias no Rio.

Chamado de "Força Tarefa Ipiranga", o atual contingente usou 78 viaturas e 10 motos no Rio, além do apoio de três helicópteros do Cavex (Comando de Aviação do Exército), de Taubaté.

Segundo a 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel), sediada em Caçapava, que comanda o Exército no Vale, os militares são recrutados em unidades especializadas.

"As Forças Tarefas são constituídas a partir de uma das três Unidades de Infantaria das Brigadas, integradas por militares das Unidades de Cavalaria, Artilharia, Engenharia e Batalhão Logístico de cada Brigada", disse o major Anderson Yury, oficial de Comunicação Social da 12ª Brigada.

Atuação durante a intervenção federal é 'ato de serviço' para militares da região

Os militares do Vale do Paraíba que integram a Força Tarefa na intervenção federal são escalados para o serviço, que não é opcional. Ou seja, a ida ao Rio de Janeiro faz parte das atividades da tropa, sendo considerada um ato de serviço. "O militar que esteja em condições de cumprir a missão deve ir", disse o major Anderson Yury, da 12ª Brigada.

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