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A primeira-ministra britânica, Theresa May, afastou nesta segunda-feira, durante discurso à Câmara dos Comuns (Parlamento), a possibilidade de convocar um segundo referendo sobre o Brexit - a saída do Reino Unido da União Europeia. Ela destacou que manterá o acordo de fronteiras entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda, tema que estava sendo colocado em discussão também durante esses últimos dias. Na semana passada, o Parlamento britânico rejeitou o acordo que havia sido proposto por Theresa May. Nos últimos dias, a primeira-ministra britânica intensificou as conversas com os deputados e também com os partidos políticos em busca de consenso. Segundo ela, serão mantidas as conversas no esforço de garantir o acordo. Depois, a primeira-ministra britânica promete ir à União Europeia. Para Theresa May, um segundo referendo poderia levar o Reino Unido a sofrer impactos difíceis de serem contornados. Ela não entrou em detalhes sobre esses possíveis impactos que o país poderia sofrer. O prazo máximo para os britânicos deixarem o bloco europeu é 29 de março. Na próxima semana, a primeira-ministra será novamente testada pela Câmara dos Comuns, que vai votar o chamado "plano B", proposto por ela. Na semana passada, Theresa May passou por uma Moção de Desconfiança do Parlamento, mas como não foi aprovado pela maioria, ela não perdeu o cargo. ACORDO. Em relação à polêmica sobre o acordo de Belfast, que trata da fronteira entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda, Theresa May se disse fiel ao que está posto, mas afirmou que deverá ser renegociado com a União Europeia e não com os parceiros do diálogo inter-irlandês. A primeira-ministra afirmou também que a saída da União Europeia não poderá modificar direitos garantidos dos trabalhadores. Ela recuou na proposta de fixar uma taxa para cidadãos da UE que queiram residir no Reino Unido. Segundo ela, os que já a pagaram serão reembolsados..  
O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Eduardo Gussem, disse nesta segunda-feira que as movimentações financeiras atípicas identificadas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) são investigadas, o que não significa que houve práticas ilícitas. Segundo Gussem, os procedimentos investigatórios seguiram até agora o mesmo ritmo. "O fato de algumas movimentações financeiras serem atípicas não significa que sejam ilícitas. Esse tipo de investigação ocorre de forma frequente. Quando recebemos essa vasta documentação, nós começamos a explorá-la cuidadosamente", afirmou Gussem. Com base em um RIF (Relatório de Inteligência Financeira) produzido pelo Coaf, foram abertos 22 procedimentos investigatórios que envolvem servidores lotados em gabinetes de 27 deputados estaduais do Rio de Janeiro. Um dos parlamentares é Flávio Bolsonaro (PSL), que é filho do presidente Jair Bolsonaro e foi eleito para assumir uma cadeira no Senado no próximo mês. Conforme a documentação, um ex-assessor parlamentar dele, Fabrício Queiroz, realizou movimentações atípicas envolvendo R$ 1,2 milhão. A investigação, que vinha sendo feita em sigilo, está suspensapor uma liminar do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Fux. De acordo com Gussem, a análise é complexa, pois o fato de o servidor ter sido vinculado ao gabinete de um deputado não significa que este parlamentar tenha algum envolvimento na movimentação financeira. O procurador disse ainda que informações divulgadas na imprensa relacionadas a movimentações de Queiroz anteriores a 2017 não estão sendo investigadas pelo MPRJ. EXPLICAÇÃO. O ex-atleta Fábio Guerra confirmou nesta segunda-feira que pagou cerca de R$ 100 mil em dinheiro vivo ao senador eleito para quitar parte da compra de um imóvel na zona sul do Rio. Os valores foram repassados, segundo Guerra, entre junho e julho de 2017, período em que o Coaf apontou depósitos suspeitos que somam R$ 96 mil na conta do senador eleito, filho do presidente Jair Bolsonaro. "Paguei em dinheiro porque havia recebido em dinheiro pela venda de outro apartamento. Como recebi aos poucos, fui pagando aos poucos", disse Guerra, ex-jogador de vôlei de praia, que afirmou não ter mais contato com o senador eleito. O Coaf caracterizou a movimentação como suspeita porque houve 48 depósitos de R$ 2.000 em sequências entre junho e julho na conta do senador eleito. Não é possível identificar o responsável pelas operações. Segundo ele, foram depósitos de R$ 2.000 por esse ser o limite no caixa eletrônico..  
O presidente em exercício, general Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira que o tempo de serviços prestados pelos militares na ativa deve aumentar a partir da reforma da Previdência. Questionado se o período de contribuição passaria de 30 anos para 35 anos, Mourão afirmou: "Em tese, é isso aí, com uma tabela para quem já está no serviço, um tempo de transição". Mourão conversou com a imprensa na entrada da Vice-Presidência, onde despacha normalmente e permanece, mesmo ocupando a Presidência da República em exercício. Ele substitui o presidente Jair Bolsonaro que viajou para Suíça onde participa do Fórum Mundial Econômico, em Davos. Pela manhã, Mourão concedeu entrevista à Rádio Gaúcha, em que foi questionado sobre possíveis mudanças na Previdência dos militares. Ele respondeu, sob ponto de vista pessoal, que considera que o período de contribuição dos militares deverá, sim, aumentar com a reforma da Previdência. "O tempo de permanência no serviço ativo é um dos pontos que estão sendo discutidos e será apresentado pelo grupo militar como uma forma de mitigar esse gasto que a União e os estados têm com as suas Forças Armadas e forças policiais. Hoje essa questão da permanência por 30 anos no serviço ativo, eu acho que ela irá mudar. Acho que irá aumentar." Em relação ao pagamento de pensões para as viúvas de militares, Mourão afirmou que o tema que está em discussão. Mas não adiantou se o benefício será alterado ou mantido da forma que está. "É um outro assunto que as pessoas têm pensado, nisso aí. São mudanças que seriam positivas para o país". HONRADO. Mourão disse estar honrado por substituir Jair Bolsonaro na Presidência do país. Bolsonaro participa do Fórum Mundial Econômico, em Davos. "Ao amanhecer deste dia, quero expressar a honra de estar no exercício da Presidência da República. Desejo uma excelente e proveitosa viagem ao Presidente @jairbolsonaro e comitiva a Davos. Por aqui, manteremos a posição", escreveu Mourão na mensagem. Pela primeira vez, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, exercerá a Presidência da República, até sexta..  
O presidente da República, Jair Bolsonaro quer aproveitar sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, para atrair investimentos - em especial no agronegócio. "Nós queremos mostrar, é nosso interesse especial, que o Brasil tomou medidas para que o mundo restabeleça confiança, que os negócios voltem a florescer entre o Brasil e o mundo, sem viés ideológico, que nós podemos ser um país bom para investimentos, e em especial para o agronegócio, nossas commodities mais caras. Queremos ampliar esse tipo de comércio. Por isso estamos aqui para mostrar que o Brasil mudou", declarou aos jornalistas em vídeo disponível em sua conta no Twitter, postado após sua chegada na Suíça. Indagado por jornalistas, o presidente da República não quis antecipar encaminhamento do programa de privatizações. "A gente não vai anunciar particularidades no tocante a isso. A agenda está com nosso chefe da economia, Paulo Guedes, está bastante detalhado nesse sentido e ele vai anunciar a partir do momento que tiver certeza que faremos boas privatizações", afirmou o presidente. Jair Bolsonaro ainda informou que o discurso que fará nesta terça-feira, na abertura do fórum, será "curto, objetivo e claro". Segundo ele, "o texto a ser lido foi feito e corrigido por vários ministros para que nós déssemos recado mais amplo possível do novo Brasil que se apresenta com a nossa chegada ao poder". A viagem ao Fórum de Davos é a primeira de Jair Bolsonaro para fora do país desde que assumiu a presidência da República, no último dia 1º de janeiro. Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. VENEZUELA. Na chegada ao país europeu nesta segunda, Bolsonaro também demonstrou preocupação com o agravamento da situação na Venezuela. "Estou sabendo que a Venezuela está com problema não é de hoje e nós esperamos que mude rapidamente, mude o governo [conduzido pelo presidente Nicolás Maduro]", afirmou o presidente. Na semana passada, Bolsonaro e vários ministros se reuniram com integrantes da oposição a Maduro. Durante o fórum, ele conversará com os presidentes do Peru, da Colômbia, do Equador e da Costa Rica, novamente o tema será a Venezuela..  
O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Eduardo Gussem, disse hoje (21) que as movimentações financeiras atípicas identificadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) são investigadas, o que não significa que houve práticas ilícitas. Segundo Gussem, os procedimentos investigatórios seguiram até agora o mesmo ritmo. "O fato de algumas movimentações financeiras serem atípicas não significa que sejam ilícitas. Esse tipo de investigação ocorre de forma frequente. Quando recebemos essa vasta documentação, nós começamos a explorá-la cuidadosamente", afirmou Gussem. Com base em um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) produzido pelo Coaf, foram abertos 22 procedimentos investigatórios que envolvem servidores lotados em gabinetes de 27 deputados estaduais do Rio de Janeiro. Um dos parlamentares é Flávio Bolsonaro (PSL), que é filho do presidente Jair Bolsonaro e foi eleito para assumir uma cadeira no Senado no próximo mês. Conforme a documentação, um ex-assessor parlamentar dele, Fabrício Queiroz, realizou movimentações atípicas envolvendo R$ 1,2 milhão. A investigação, que vinha sendo feita em sigilo, está suspensa por uma liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. De acordo com Gussem, a análise é complexa, pois o fato de o servidor ter sido vinculado ao gabinete de um deputado não significa que este parlamentar tenha algum envolvimento na movimentação financeira. O procurador disse ainda que informações divulgadas na imprensa relacionadas a movimentações de Queiroz anteriores a 2017 não estão sendo investigadas pelo MPRJ. Investigações Segundo Gussem, a documentação do Coaf subsidiou investigações que culminaram na deflagração da Operação Furna da Onça, um dos desdobramentos da Lava Jato no Rio de Janeiro, que levou à prisão de deputados estaduais no início de novembro do ano passado. "O Coaf, espontaneamente, de ofício, encaminhou em janeiro de 2018 ao MPRJ inicialmente este RIF de 422 páginas. São centenas de nomes citados. Cabe à estrutura da Procuradoria-Geral de Justiça analisar cuidadosamente cada elemento contido aqui dentro." Gussem ressaltou que o MPRJ não mantém vínculos políticos e que sua missão é defender a ordem jurídica e o regime democrático. Ele afirmou que não há prioridade nas investigações sobre Flávio Bolsonaro. De acordo com o procurador, os 22 procedimentos caminharam ao mesmo tempo e, em todos, houve pedido para ampliação das informações. "A alegação de que um anda mais rápido do que o outro não condiz com a realidade", reiterou Gussem, negando quebra do sigilo dos deputados. "Se alguém cometeu alguma irregularidade, não foi o MPRJ", afirmou. Esfera criminal O procurador-geral destacou que não há parlamentares investigados na esfera criminal e explicou que a portaria que implementou o procedimento investigatório em 31 de julho de 2018 não traz nomes. “Conforme o avançar das investigações, se chegarmos à conclusão [de] que há elementos mínimos, aí, sim, entramos com uma portaria de aditamento incluindo o nome do deputado. Nesse primeiro momento, não investigamos pessoas. Nós investigamos fatos. E esses fatos, uma vez ampliados e explorados, é que eles vão se direcionando para pessoas." Gussem disse que, em dezembro de 2018, todos os parlamentares mencionados tomaram conhecimento do procedimento ao receberem um ofício deixando o Ministério Público estadual à disposição para ouvi-los no dia, horário e local de preferência. Os deputados Luís Paulo (PSDB), André Ceciliano (PT), Paulo Ramos (PDT) e Tio Carlos (SD) apresentaram-se para prestar esclarecimentos. Para o procurador Eduardo Gussem, o ideal é haver troca de informações com cruzamento de dados das agências de inteligência. "Se queremos ter um país íntegro, temos que fortalecer os órgãos de controle. Temos que prestigiar os nossos Coafs, nossos MPs, nossas Receitas, nossos Tribunais de Contas", observou.
O presidente Jair Bolsonaro vai despachar do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, marcada para o dia 28 de janeiro. Segundo o porta-voz da presidência, general Otávio Santana do Rêgo Barros, a Presidência da República montará uma estrutura no hospital em São Paulo, onde Bolsonaro será operado. A primeira-dama, Michelle, acompanhará o marido durante todo o período de internação. Bolsonaro chegará de Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, nas primeiras horas de sexta-feira (25). No domingo realizará os exames pré-operatórios e se submete à operação no dia seguinte. Existe ainda a possibilidade de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) serem utilizados por ministros em viagens a São Paulo para despachar com o presidente no hospital. Ainda segundo o porta-voz, a expectativa inicial de permanência do presidente em São Paulo é de dez dias. O período poderá mudar, a depender da evolução da sua recuperação. AtentadoBolsonaro usa uma bolsa de colostomia desde que foi esfaqueado em um ato de campanha, em Juiz de Fora, dia 6 de setembro. A facada atingiu o intestino e Bolsonaro foi submetido a duas cirurgias, uma na Santa Casa de Juiz de Fora e outra no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O presidente passou 22 dias internado e desde então está com a bolsa de colostomia, que funciona como um intestino externo e possibilita a recuperação do intestino grosso e delgado.
O embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, se reuniu nesta segunda-feira (21) com o presidente em exercício, general Hamilton Mourão, no Palácio do Planalto. O diplomata disse que objetivo da sua visita foi colaborar para a “reputação” do Brasil no exterior. Segundo ele, é necessário que o governo federal detalhe seus planos sobre mudanças climáticas, direitos humanos e reformas. “Acho importante que o governo faça uma política que explique as intenções, as reformas. E explique [ações em prol dos] direitos humanos, se a luta contra a mudança climática continuará. Então, estou otimista, mas temos a fazer”, disse o embaixador após o encontro. Witschel disse que a ausência de informações gera “preocupação” e “nervosismo” em setores da sociedade. “Eu não acho que isso reflita a verdade, mas há uma opinião pública bastante crítica. Então, os melhores argumentos são fatos.” Para o embaixador, é preciso avaliar o governo federal, de acordo com suas ações e não por meio de palavras ditas durante a campanha eleitoral e posts nas redes sociais. Questionado sobre as negociações do acordo entre Mercosul e União Europeia, ele disse o esforço da Alemanha é para concluir logo as tratativas. "O livre comércio com Mercosul foi tratado. É um interesse maior da Alemanha de avançar nessas negociações. A mensagem do senhor vice-presidente foi que depois do encontro do presidente Bolsonaro com [o presidente da Argentina Maurício] Macri há o interesse do Mercosul de avançar esses negócios com a União Europeia porque eles estão avançados. E do lado europeu, é claro, temos o interesse de concluir de uma maneira rápida, mas concluir um tratado profundo", disse o embaixador. Segundo o diplomata alemão, a conversa com Mourão foi “excelente”. Ambos analisaram a crise política, econômica e social na Venezuela, além do impacto da explosão do carro-bomba na Colômbia na semana passada. “Foi uma conversa excelente, sobre muitos temas. Indica uma abordagem razoável, baseada nos valores comuns, nos interesses comuns, no direito internacional. Então, uma base que vale, razoável”, disse.
A primeira-ministra britânica, Theresa May, afastou nesta segunda-feira (20), durante discurso à Câmara dos Comuns (Parlamento), a possibilidade de convocar um segundo referendo sobre o Brexit – a saída do Reino Unido da União Europeia. Ela destacou que manterá o acordo de fronteiras entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda, tema que estava sendo colocado em discussão também. Na semana passada, o Parlamento britânico rejeitou o acordo proposto por Theresa May. Nos últimos dias, ela intensificou as conversas com os deputados e também com os partidos políticos em busca de consenso. Segundo a primeira-ministra, vai manter as conversas no esforço de garantir o acordo. Depois, a primeira-ministra promete ir à União Europeia. Para Theresa May, um segundo referendo poderia levar o Reino Unido a sofrer impactos difíceis de serem contornados. Ela não entrou em detalhes. O prazo máximo para os britânicos deixarem o bloco europeu é 29 de março. Na próxima semana, a primeira-ministra será novamente testada pela Câmara dos Comuns, que vai votar o chamado “plano B”, proposto por ela. Em relação à polêmica sobre o acordo de Belfast, que trata da fronteira entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda, Theresa May se disse fiel ao que está posto, mas afirmou que deverá ser renegociado com a União Europeia e não com os parceiros do diálogo inter-irlandês. A primeira-ministra afirmou também que a saída da União Europeia não poderá modificar direitos garantidos dos trabalhadores. Ela recuou na proposta de fixar uma taxa para cidadãos da UE que queiram residir no Reino Unido. Segundo ela, os que já a pagaram serão reembolsados.
O presidente Jair Bolsonaro quer aproveitar sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suiça, para atrair investimentos – em especial no agronegócio. “Nós queremos mostrar, é nosso interesse especial, que o Brasil tomou medidas para que o mundo restabeleça confiança, que os negócios voltem a florescer entre o Brasil e o mundo, sem viés ideológico, que nós podemos ser um país bom para investimentos, e em especial para o agronegócio, nossas commodities mais caras. Queremos ampliar esse tipo de comércio. Por isso estamos aqui para mostrar que o Brasil mudou”, declarou aos jornalistas em vídeo disponível em sua conta no Twitter, postado após sua chegada na Suíça. Indagado por jornalistas, o presidente da República não quis antecipar encaminhamento do programa de privatizações. “A gente não vai anunciar particularidades no tocante a isso. A agenda está com nosso chefe da economia, Paulo Guedes, está bastante detalhado nesse sentido e ele vai anunciar a partir do momento que tiver certeza que faremos boas privatizações”. Jair Bolsonaro ainda informou que o discurso que fará na terça-feira (22), na abertura do fórum, será “curto, objetivo e claro”. Segundo ele, o texto a ser lido feito e corrigido por vários ministros para que nós déssemos recado mais amplo possível do novo Brasil que se apresenta com a nossa chegada ao poder. Venezuela Na chegada, Bolsonaro também demonstrou preocupação com o agravamento da situação na Venezuela. Nesta segunda-feira, na região de Sucre, em Miranda, um grupo de militares contrários ao governo tentou render um quartel e foi detido. “Estou sabendo que a Venezuela está com problema não é de hoje e nós esperamos que mude rapidamente, mude o governo [conduzido pelo presidente Nicolás Maduro].” Na semana passada, Bolsonaro e vários ministros se reuniram com integrantes da oposição a Maduro. Durante o fórum, ele conversará com os presidentes do Peru, da Colômbia, do Equador e da Costa Rica, novamente o tema será a Venezuela.