Pandemia

‘Covid-19: cuidado redobrado com a chegada do frio’, diz boletim da Univap

Grupo de Pesquisa em Estatística Aplicada aponta risco de aumento da contaminação no inverno, assim como aconteceu nos dois últimos anos

Xandu Alves
12/05/2022 às 18:55.
Atualizado em 13/05/2022 às 11:32
Frio (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Frio (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Boletim do Gpea (Grupo de Pesquisa em Estatística Aplicada) da Univap (Universidade do Vale do Paraíba) alerta para o risco de aumento da contaminação pelo coronavírus na RMVale com a chegada do frio.

Divulgado na última semana, o documento é assinado pelos pesquisadores Paulo Barja, Priscila Lourenço e Alessandra Balderrama.

Clique e faça parte do nosso grupo no WhatsApp e receba matérias exclusivas. Fique bem informado! Acesse: https://bit.ly/ovale-agora-33

De acordo com o boletim, os meses de junho e julho nos dois últimos anos registraram aummento dos casos confirmados, o que serve de alerta para a região.

“Tanto em 2020 quanto em 2021, os meses de junho e julho apresentaram alta no número de casos, o que pode ser atribuído à redução de temperatura, com as pessoas ficando mais tempo em ambientes fechados, nem sempre com distanciamento ou ventilação adequada. Nesta condição, os ônibus urbanos apresentam risco significativo de contaminação, o que tende a penalizar a população com menor poder aquisitivo”, diz trecho do estudo.

A recomendação dos pesquisadores é para que se adote o uso de máscara durante a estação mais fria.

“A melhor proteção, em todos os casos de ambientes fechados com várias pessoas, é o uso de máscara. Lembremos que nos meses mais frios do ano também aumenta muito o número de casos de gripe. A máscara é efetiva também para evitar a propagação da gripe. Por isso, pelo menos para os próximos dois meses, nossa recomendação é de que as pessoas não saiam de casa sem máscara.”

VACINAÇÃO

Um dado positivo da pandemia no Vale do Paraíba é a baixa letalidade: apenas cerca de 0,25% dos novos casos de Covid-19 resultam em óbito, segundo o Gpea (Grupo de Pesquisa em Estatística Aplicada) da Univap.

“Esta taxa, com tendência de estabilidade, é a menor de todo o período da pandemia e se deve, fundamentalmente, à alta taxa de vacinados na região. É importante as doses de reforço”.

Siga OVALE nas redes sociais
Copyright © - 2021 - OVALETodos os direitos reservados. | Política de Privacidade
Desenvolvido por
Distribuido por